31 de julho de 2013

Pediatra lista 10 coisas que não devemos dizer para as crianças. Vale a pena ler, já que isso pode influenciar (e muito!) na personalidade delas.


1 – Não rotule seu filho de pestinha, chato, lerdo ou outro adjetivo agressivo, mesmo que de brincadeira. Isso fará com que ele se torne realmente isso.

2 – Não diga apenas sim. Os nãos e porquês fazem parte da relação de amizade que os pais querem construir com os filhos.

3 – Não pergunte à criança se ela quer fazer uma atividade obrigatória ou ir a um evento indispensável. Diga apenas que agora é a hora de fazer.

4 – Não mande a criança parar de chorar. Se for o caso, pergunte o motivo do choro ou apenas peça que mantenha a calma, ensinando assim a lidar com suas emoções.

5 – Não diga que a injeção não vai doer, porque você sabe que vai doer. A menos que seja gotinha, diga que será rápido ou apenas uma picadinha, mas não engane.

6 – Não diga palavrões. Seu filho vai repetir as palavras de baixo calão que ouvir.

7 – Não ria do erro da criança. Fazer piada com mau comportamento ou erros na troca de letras pode inibir o desenvolvimento saudável.

8 – Não diga mentiras. Todos os comportamentos dos pais são aprendidos pelos filhos e servem de espelho.

9 – Não diga que foi apenas um pesadelo e mande voltar para a cama. As crianças têm dificuldade de separar o mundo real do imaginário. Quando acontecer um sonho ruim, acalme seu filho e leve-o para a cama, fazendo companhia até dormir.

10 – Nunca diga que vai embora se não for obedecido. Ameaças e chantagens nunca são saudáveis.

30 de julho de 2013

História infantil (A Alegoria das Ferramentas).


Há muito tempo atrás, em uma carpintaria, quando todo o trabalho havia acabado, 

  as ferramentas começaram a conversar entre si. Elas discutiam para saber qual delas era a mais importante para o carpinteiro.

         O Sr Martelo começou: Certamente que sou Eu o mais importante para o carpinteiro!

Sem mim os móveis não ficaram de pé!,  pois eu tenho que martelar os pregos!

         O Sr Serrote logo quis dar a sua opinião: Você Sr martelo?   Você não pode ser! Seu
barulho é horrível! É ensurdecedor ficar ouvindo toc, toc, toc... O mais importante sou eu! O serrote! Sem mim, como o carpinteiro serra a madeira? Eu sou o melhor!
Não, não, não! Falou a dona Lixa: Eu sim sou a melhor! Se não fosse Eu os móveis não
seriam tão lisinhos e perfeitos! Eu sou a mais importante!
         Ah! mas não é mesmo! disse a dona Plaina: Eu é quem deixo tudo retinho, e tiro as
imperfeições da madeira. Eu sim sou a indispensável...
         Tsc, tsc, tsc... Nada disso, disse a dona Chave de Fenda: Se não fosse Eu, como o
carpinteiro iria apertar os parafusos? EU sim sou a melhor!
         Ah! não ! Que absurdo! disse o Sr Esquadro: Eu sou o mais importante! Sem mim os
móveis ficariam tortos!O carpinteiro nem saberia a medida. EU sou o mais importante!
         As ferramentas ficaram discutindo até o dia amanhecer...
 carpinteiro chegou para trabalhar, colocou sobre a mesa a planta de um móvel e
começou a trabalhar! Ele usou todas as ferramentas. Usou o serrote, o martelo, o esquadro, a lixa, a plaina, os pregos, o martelo, a chave de fenda, a cola e o verniz para deixar o móvel brilhando....
         Enfim ele acabou. Chegou o fim do dia o carpinteiro estava cansado, mas feliz com o
que tinha feito! Seu trabalho com as ferramentas tinha ficado ótimo!
O carpinteiro foi para casa. Enfim, as ferramentas voltaram a conversar. Só que agora
elas ficaram admirando o que tinham feito todas juntas e o carpinteiro. Sabe o que elas fizeram?      Um púlpito de uma igreja! E tinha ficado lindo!
         Elas chegaram a uma conclusão: Todas eram importantes!! Aos olhos do carpinteiro.
         Ele usou todas! Sem exceção de nenhuma! E o móvel tinha ficado lindo!
         Elas descobriram que quando todas trabalham juntas tudo anda melhor!!


(Moral da história)
O carpinteiro representa JESUS ou o Pastor de sua igreja, dependendo como você vai
usar essa história. As ferramentas representam os membros, ou crianças.
Cada um de nós tem um valor importante no reino e na obra de DEUS. É ele quem nós
usa e capacita para fazermos a sua obra. Cabe a nós como ferramentas nos deixar ser
usados. (você professor pode colocar a moral que vc achar que se encaixa melhor para a sua turma).

10 Formas de Fazer as Crianças Orarem.

1) Ser um exemplo vivo! Visto que as crianças aprendem a partir daquilo que vêem em seu ambiente, o elemento fundamental para ensinar crianças menores a orar é sermos pessoas de oração.

2) Estar onde a criança está! Usar linguagem apropriada e do dia a dia com elas, e ver que as orações sejam breves, simples, sinceras e diretas. Assegure-se de orar a respeito de fatos do dia a dia a fim de que cada criança possa compreender. Por exemplo: toda vez que ouvir as sirenes do carro de bombeiros, pare! Profira uma oração em voz alta. Faça-a com as crianças.

3) Faça da oração a prioridade! Defina uma hora e lugar acolhedor e amoroso para ajudar as crianças a aceitarem a Deus. Prepare um lugar aconchegante de oração para ser usado antes do início do programa. Você pode incluir uma Bíblia para crianças, almofadas macias, música suave e relaxante como também livros sobre a oração e apropriados à faixa etária.

4) Torne a oração uma rotina! As crianças apreciam a rotina e assim esta deve ser incorporada sempre que possível. Por exemplo, comece o dia com uma oração cumprimentando a Deus: “Pai celestial, ouça a minha oração. Que eu esteja sob o Seu amor e cuidado. Sê meu guia em tudo o que eu fizer hoje. Abençoe aqueles que me amam e a todas as crianças também”. Se durante a programação as crianças forem comer algo, profira esta linda oração: “Obrigado Senhor Deus por este mundo tão belo. Obrigado pelo alimento que comemos. Obrigado pelas aves que cantam. Obrigado por tudo, Deus. Amém”.

5) Pratique as orações de improviso! Quando a criança o procura com uma preocupação ou problema, pare e faça uma oração com ela. Peça a direção de Deus. Por exemplo, você pode dizer: “Querido Deus, por favor, ajuda o José a ser melhor. Ajuda-o a partilhar seus brinquedos especiais com seu amigo João”. Por meio de nosso apoio podemos instigar a ideia de que podemos conversar com Deus, a qualquer ora e de que Ele sempre irá ouvir.

6) Use orações diferentes! Como adultos usamos orações de agradecimento, de adoração, de petição e de louvor. Agradecemos a Deus pela melhor parte de nosso dia e sempre que algo bom acontece – não importa o quão pequeno – dedicamos um minuto para mostrar gratidão. Devemos ensinar isso às crianças. Muitas vezes agradecemos a Deus por Suas bênçãos; devemos incentivar aqueles que estão aos nossos cuidados a fazerem o mesmo.

7) Incorpore atividades práticas sempre que possível! É boa prática planejar formas de permitir às crianças se movimentarem, ver ou tocarem como parte da lição. Crie uma colagem de “Obrigado, Deus” em sua classe e desenhe ou escreva suas orações. Elas podem também mostrar ou dizer como Deus respondeu a cada um. Para as crianças muito pequenas, alguém pode escrever por elas.

8) A cada momento dirija a atenção das crianças para a Criação de Deus! Dê apoio ao senso natural de admiração e temor daqueles que estão sob sua responsabilidade. Agradeça a Deus, espontâneamente, ao ver um arco-íris depois de uma tempestade, ou as flores da primavera. Diga: “Vejam o que Deus fez para nós!”

9) Convide as crianças a orarem por motivos específicos! Troquem ideias com as crianças e falem a respeito de situações e de pessoas por quem orar. Torne suas orações significativas ao orar especificamente por crianças da sala, pelas vítimas de alguma catástrofe local ou em outra região.

10) Celebre a oração de cada criança! Alimente a auto-estima e elogie a oração proferida pela criança. “Muito bem, você fez uma oração muito bonita!” “Obrigado, (nome da criança). Deus fica feliz quando nos dirigimos a Ele”.

História infantil (um rei mago de calça jeans).

Davi tinha ganhado o presente que tanto queria, já fazia bastante tempo. Era um enorme jogo de montar, aquele que conhecemos por “legos”. Este jogo consiste, como sabemos, em muitas pecinhas de diferentes formas, cores e tamanhos, você deve encaixar e desencaixar para construir o que quiser.
Como Davi desfrutava desse brinquedo! Ele brincava quase todos os dias, era o seu brinquedo preferido! E quantas coisas que ele construía: Fabulosas torres, raríssimas pontes, surpreendentes prédios… em fim! Era um arquiteto do futuro! Passava horas entretido com seu brinquedo.

No domingo, Davi havia passado horas excelentes na igreja com muitas outras crianças. Cantavam lindas canções e aprendiam de Deus, conversavam, faziam planos e desfrutavam ouvindo lindas historias. Justamente nesse domingo Tia Mimí, uma das professoras, lhes havia contado sobre o nascimento de Jesus e a passagem em Mateus 2, onde uns magos seguindo uma estrela levaram presentes para Jesus. Esses presentes eram muito valiosos e com certeza ajudaram nos cuidados e sustento de Jesus nos primeiros anos de vida. Também contou que uns irmãozinhos gêmeos, quando ouviram esta história da Bíblia também quiseram dar presentes a crianças que não tinham brinquedos e que não ganhariam nada no natal. Eles foram “reis magos invisíveis” no Natal, preparando uma lindíssima surpresa para um vovozinho muito pobre e seus netinhos, colocando lindos presentes na porta da casa junto com um folheto que falava de Jesus e tinha o endereço da igreja, sem serem vistos. E para surpresa dos gêmeos, o vovô e as crianças foram para a igreja dos gêmeos no domingo e entregaram as suas vidas a Jesus.
  As quase cem crianças que escutavam a Tia Mimi estavam muito atentas e interessadíssimas com a historia. No se ouvia nenhum mosquito voar; sobre tudo quando Tia Mimi, ao finalizar, lhes fez uma importantíssima proposta: o que vocês acham de nós também sermos “reis magos ou anjos invisíveis” para estas festas? Olhem seus brinquedos e roupas. Pensem em algum amiguinho que não tenha brinquedos. Seria muito emocionante compartilhar com alguém um pouco daquilo que Deus nos deu!!!

Tia Mimí pediu para as crianças se tomarem das mãos e orarem para pedir a Jesus orientação sobre o que fazer e para que cada criança tomasse decisões sobre a proposta para esse natal.
Logo as idéias começarão a surgir no coração e na cabeça de Davi. É que quando falamos com Deus e o escutamos, Ele também fala conosco! O seu Espírito nos guia a fazer a vontade de Deus!!!
  Poucos dias depois, Tia Mimi encontrou Davi muito ocupado.
  Conferia uma por uma as diversas pecinhas do seu enorme “legos”. Se estavam sujas, ele as limpava; se faltava alguma, colocava tudo de cabeça para baixo, até encontrá-la.
Você esta preparando outra invenção, outra grande construção? Perguntou Mimi.
– “Não! -respondeu Davi – estou preparando o “legos” para dar de presente as crianças da família Garcia”
Tia Mimi ficou muda enquanto Davi continuava falando:
-“ O papai deles esta desempregado e eles são muitos. Com certeza os pais não poderão comprar nenhum presente para as crianças no Natal. Acho que eles vão amar este brinquedo, né? Bom…isso espero! É um brinquedo que todos podem jogar!!
-“Mas… você têm certeza que quer dar esse brinquedo??…” perguntou Mimi, insegura.
Davi, arrumou o cabelo e falou com convicção:
-“Eu já estou grandinho, Tia Mimi. Já brinquei muito de “legos”. Quero compartilhar o que tenho, como dissemos no domingo. Já tinha um tempinho que essa idéia estava dando voltas na minha cabeça, e no domingo tomei a decisão. Creio que é uma idéia de Jesus. A única coisa é que…”
-“É o que, Davi?…” Mimi segurou a respiração.
-“A caixa é muito grande! Você me ajudaria a levá-la?…”

Ao entardecer carregaram o pacote no carrinho da Tia Mimi. Na casa da família Garcia, estavam João Paulo, Luis e Lucas, os três menores. Davi entregou a caixa com um sorriso um pouco tímido e uma explicação curtinha: “Oi, João Paulo! Isso é para vocês!” E João Paulo respondeu com outro sorriso um pouco tímido também, e com outra resposta curtinha: “Ah, que bom! Obrigado Davi!” e entrou de novo na casa.
Como do lado de fora escurecia e dentro da casa havia luz, Davi e Mimi não agüentaram a tentação de espiar pela janela, para ver o que estava acontecendo. Viram a João Paulo abrir o pacote, enquanto Luis e Lucas olhavam impacientemente. De repente se ouviu um enorme “ OHHHH”… e as pecinhas de diversas cores se espalharam sobre a mesa.
“Que fantástico!”
“Para fazer casinhas!”
“E torres!”
“E aviões!” …
  Então um dos três gritou emocionado:
-Vocês se lembram… se lembram que havíamos pedido a Jesus para que nos mandasse algum presente?”
Então Lucas, o menor se jogou sobre a mesa exclamando:
-Muito obrigado, Senhor! Muito obrigado Senhor!
Imediatamente João Paulo e Luis se jogaram sobre a mesa, abraçando as pecinhas coloridas e exclamando uma e outra vez:
-” Obrigado, obrigado, Senhor Jesus!”…
Davi e Mimi em seu esconderijo, estavam tão surpreendidos que ficaram mudos…

-“Ouviu isso? Eles haviam pedido a Jesus! Ouviu?… Eu jamais me esquecerei deste momento!…”
Davi falava baixinho para não ser ouvido.
Davi e Tia Mimi caminharam uns metros em direção ao carro e Davi parou emocionado, fechou os seus olhos e chorando orou a Jesus. Agradeceu por poder ser um instrumento de Deus para abençoar esses meninos no Natal, agradeceu pelo Espírito Santo, porque ele fala aos nossos corações e porque Deus responde todas as orações. Foi uma oração entre lágrimas e sorrisos.
Com sua franja ao vento, sua camisa meio para fora e sua desgastada calça jeans azul, não parecia exatamente um anjinho, nem muito menos ainda um “Rei Mago”, mas em seus olhos de cor castanho havia o brilho do céu e a felicidade de rei. É que estava sendo comprovado que seu presente tinha muito, muitíssimo valor. Não só para seus três queridos amiguinhos, mas também para seu grande amigo Jesus. Porque quando voltavam a casa no carrinho da tia Mimi, se lembrou de algo muito, muito importante que Jesus disse:
“lhes a seguro que tudo o que fizerem por um destes irmãos meus mais humildes, por mim mesmo o fizeram”. (Mateus 25:40)