9 de novembro de 2013

Toda criança é uma benção de Deus.




Nunca te queixes daquilo que seus pais não puderam lhe dar.


8 de novembro de 2013

Vamos ri um pouco.


O BATISMO INFANTIL, PORQUE É IMPORTANTE?


O BATISMO INFANTIL - Embora nem todas as igrejas cristãs usem da prática do batismo infantil ele é bíblico e deixá-lo à negligência consiste em pecado. O Batismo infantil tem sua base na doutrina da Aliança. Deus fez uma aliança com Abrão e o constituiu como o pai da fé. Todos os crentes são filhos de Abraão, segundo o apóstolo Paulo. Deus se relaciona com o homem através de aliança, por isso é um Deus que se envolve com a individualidade da pessoa, mas que a chama para uma comunidade. Não há qualquer idéia bíblica de vida com Deus puramente e somente individual. Somos uma comunidade, povo sacerdotal que está em aliança com Deus. É importante saber que não há duas alianças, embora a bíblia fale da Velha e da Nova Aliança, pois Abraão é citado todo tempo no Novo Testamento como o pai da aliança. Portanto há apenas uma aliança. Também não podemos aceitar a ideia de que Deus tenha dois povos. Deus só tem um povo, constituído em Abraão. Abraão, na verdade é pai dos crentes! O verdadeiro judeu, não o é aquele que é na carne, na etnia, mas no espírito, na fé. A igreja, o povo de Deus já existia desde Abraão e se identificou com o estado de Israel no Antigo Testamento. Com a incredulidade desse povo os gentios, oliveira brava, foram enxertados na igreja e não devem se gloriar disso. Dessarte, Deus não tem dois povos, duas alianças, mas apenas um povo e uma aliança. Quando se diz nova aliança, quer se dizer que tudo o que a antiga prefigurou, falou em linguagem figurada, por tipos, profecias, símbolos, se cumpre na plenitude do tempo, quando o descendente de Abraão chega, Jesus Cristo. Nele, nós somos feitos descendentes de Abraão e nos tornamos herdeiros de todas as bênçãos prometidas a Abraão. E aliás, quando Deus mandou Abraão ser uma bênção, em Gêneses 12.1-3 era no sentido de aliança, de trazer a salvação para todas as famílias da terra. No capítulo 17, estabelece-se a aliança e Deus institui o sinal externo dessa aliança que é a circuncisão. Deus diz que essa aliança é perpétua e que seria Deus de Abraão e de todos os seus filhos perpetuamente. É notável que o nome dele passa de Abrão para Abrahão e isso tem um significado pois a letra H no hebraico tem o sentido de sopro e simbolicamente Deus está ensinando que Abraão recebe a regeneração e a justificação pela fé. Recebe o Espírito e passa a ser o primeiro homem da nova humanidade, a humanidade da aliança. Voltando à palavra perpétua, traz o significado de algo que dura para sempre. Então a aliança antiga caduca somente no sentido de que o que prefigurou ou simbolizou se cumpre na descendência de Abraão, que é Cristo. Não era mais possível viver na era da sombra se a realidade já havia chegado em Cristo, o descendente. Deus instituiu o sinal da aliança, foi a circuncisão, operação da fimose, e mandou circuncidar a toda criança com oito dias de idade. Para entrar na aliança, os adultos precisavam professar a sua fé em JEOVÁ como único e verdadeiro Deus e Salvador, mas as crianças não tinham que professar fé alguma e recebiam o mesmo sinal que os adultos recebiam.

Por que Deus escolheu essa prática da circuncisão para significar e selar a fé dos crentes da antiga igreja? Por que não escolheu a água, como o fez na nova igreja? Dois motivos pelo menos: o povo de Deus ficaria 40 anos no deserto e não havia água suficiente. Segundo motivo era a questão da saúde. As mulheres judias são as que tem menor índice de câncer uterino.

Mas a circuncisão além de sua utilidade para a saúde pública, tem seu significado espiritual também. Ela significa a remoção da imundície, a limpeza e lavagem do espírito, mesmo significado que o batismo vai ter no novo testamento. Em várias passagens do Velho Testamento Deus manda circuncidar o espírito e diz que vai circuncidar o coração do povo para que esse seja um povo convertido. (Leia Deuteronômio 10.16 e 30. 6) Mais tarde os profetas Isaías e Jeremias começam a falar em um banho por aspersão que teria o poder de purificar o povo da imundícia do espírito. Esse banho por aspersão sempre está ligado ao derramamento do Espírito Santo. Logo se vê claramente que os sinais da aliança sob a velha e nova dispensação são diferentes: circuncisão e água, mas o que significam tem o mesmo sentido: lavagem, purificação.

Os adultos precisam se converter e crer para entrar na aliança tanto na antiga igreja como na neotestamentária. Abraão foi salvo pela fé e então recebeu o sinal e selo da fé (a circuncisão) (Rm 4.11,12) As os filhos de Abraão não precisaram exercitar fé e receberam o mesmo sinal. 

Então nos resta saber algumas coisas: a aliança é a mesma ou a nova aliança abroga a antiga? A aliança é a mesma e há fartura de textos que mostram. Paulo por exemplo em Gálatas 3.29 nos afirma que se somos de Cristo, somos herdeiros de Abraão. Ainda nos versículos 13 e 14 do capítulo 3, Paulo fala que o descendente de Abraão morreu para que a BÊNÇÃO de Abraão chegasse a nós a fim de que recebêssemos pela fé o Espírito prometido. Vê-se que quando foi dito à Abraão que seria uma bênção para todos os povos e que seus filhos seriam como areia do mar, refere-se à bênção da regeneração, da salvação, do recebimento do selo e penhor do Espírito. Essa foi a promessa feita a Abraão. Os filhos do pacto são a nova humanidade, feita de novo por causa da cruz e por obra do Espírito de Cristo. Ao que parece, a aliança é a mesma, e quando o escritor aos Hebreus diz que caducou se refere ao cumprimento dela e não, em hipótese alguma à anulação dela.

Se a aliança é a mesma, se era ordenado que as crianças fossem admitidas à ela com oito dias de idade, essa é a mentalidade que perpassa para o novo testamento. Para os apóstolos o reino dos céus é das criancinhas e é por isso que Pedro diz em Atos 2.39 que a PROMESSA (a mesma que Paulo fala em Gálatas 3.14) é para vós, VOSSOS FILHOS e para tantos quantos Deus chamar.

É baseado nessa mentalidade que Paulo diz em ICoríntios 7.14 que os filhos dos crentes são santos, nome sempre dado aos salvos no novo testamento

Todos os apóstolos, com certeza, tinham essa mentalidade da aliança. Para eles não havia nova aliança no sentido de ser outra, diferente. Era a mesma, porém em sua plenitude de cumprimento. Que o batismo era o sinal da aliança na nova igreja, assim como a circuncisão era na antiga, não havia dúvida alguma para eles, entretanto o significado era o mesmo, de purificação, lavagem, e é por isso que Paulo sempre ensina que o batismo verdadeiro que nos une a Cristo, o batismo com o Espírito Santo é como um derramamento de água que nos lava, regenerando e reformando. (Leia Tito 3.5,6) Paulo faz jus ao que Isaías e Ezequiel e Joel profetizaram, que nos últimos dias (tempo que vai do Pentecoste à volta de Jesus) Deus batizaria o seu povo, DERRAMANDO sobre ele água pura (Espírito Santo) e lavando-o dos seus pecados, concedendo a salvação e todos os poderes inerentes à graça da salvação. (Leia Isaías 44.3,4 - linguagem de aliança; Leia Ezequiel 36.25-27 e veja como a idéia da água já vai substituindo a idéia da circuncisão).


Na mente apostólica a circuncisão (espiritual) é a mesma experiência do batismo (espiritual) Não há dúvida: purificação, lavagem. Paulo chega a nos informar que a circuncisão (espiritual) continua dentro da igreja, e que o seu ministro, isso é, quem a faz é o próprio Cristo, comparando essa experiência ao Batismo. Leia em Colossenses 2.11,12.

Na velha igreja os adultos, para serem recebidos na aliança de JAVÉ tinham que exercer fé e se converter. Então recebiam o sinal da aliança. Na nova igreja, os adultos precisam se converter para serem recebidos na aliança, e então recebem o sinal visível da aliança, que é o batismo. (Leia Marcos 16.15,16) Na antiga igreja, as crianças eram recebida na aliança e havia ordem de Deus que fosse com 8 dias. E na nova igreja que está sob a MESMA aliança? É evidente que as crianças precisam ser recebidas na aliança e inclusive receber o sinal visível da aliança que é o batismo.

Alguns querem argumentar que as crianças não devem ser batizadas porque não podem exercer fé e que não há um caso de batismo de criança no Novo Testamento.
Ledo engano. Na mentalidade apostólica as promessas inerentes à aliança de Abraão eram para os pais e filhos, como já visto acima. Para eles o normal era batizar as crianças. Então para que essa prática fosse eliminada, o certo é que o Novo Testamento explicitasse alguma ordem ou doutrina que condenasse algo que já se fazia desde o tempo de Abraão.

Citar Marcos 16.15,16 para provar que o batismo infantil não é bíblico é assinar um atestado de burrice; de mal exegeta, de mal interprete da bíblia. Parafraseando o texto, é como se Jesus tivesse dizendo: Ide por todo o mundo e anunciai o arrependimento a todos os adultos. Os que ouvirem e crerem serão salvos, os que não crerem serão condenados. O texto exclui qualquer ideia de que jesus esteja ensinando que o batismo é só para adulto. O texto nunca falou isso.

Há vários casos no Novo Testamento que dizem que FULANO creu e foi batizado ele e sua casa. Como pode batizar a casa se somente ele creu? É importante notar que CASA naquela época significava o pai, a mãe, os filhos, escravos, filhos de escravos, etc. Todos eram batizados. Por tanto não é necessário a Bíblia dizer que crianças foram batizadas. Basta lembrar que para eles era algo normal.

Nenhuma igreja tem dificuldade de relacionar a páscoa com a morte de Jesus, inclusive Paulo fala que ele é no nosso cordeiro pascal. (Leia ICoríntios 5.7,8). Assim como a páscoa apontava para a cruz, levando os hebreus a se acostumarem com a ideia de que um inocente morreria no lugar do povo, a Ceia do Senhor mira para trás, nos lembrando que um inocente morreu por nós. Por que isso é tão fácil de se aceitar, pois era um dos sacramentos da aliança na velha igreja, e o fato de que a água substituiu a circuncisão como sinal da aliança na nova igreja não é?

Para ir encerrando, os pais da igreja atestam o batismo infantil, principalmente os pais que viveram no primeiro e segundo séculos, que conheceram alguns dos apóstolos. O batismo infantil era prática apostólica em obediência ao que Deus ordenou em Geneses 17.12.


Para concluir, lembramos que o batismo para criança, como para adulto não pode regenerar, mas é apenas símbolo visível da aliança, significa o batismo com o Espírito Santo e sela a aliança.

Por: Rev. Lício Luciano Nonato

O mal que se levanta em todo Brasil contra as nossa Crianças.


Seja você também em Evangelista de Crianças.


(Texto de Claudia Guimaraes)
Jesus ama mesmo as crianças! Nós as afastamos dEle, quando fazemos pouco caso do ministério infantil, quando as deixamos numa salinha improvisada enquanto seus pais assistem ao culto, quando não as levamos a igreja, quando não valorizamos os professores e líderes que cuidam delas e nem investimos, deixando-os sozinhos carregando este “peso”. Está na hora de acordar! O Senhor nos confiou essa responsabilidade. Devemos ser a principal influência e referência em suas vidas. É preciso investir nesse ministério. Gosto de afirmar que as crianças fazem parte do corpo de Cristo, portanto elas não são “a igreja de amanhã”, mas já são a igreja de hoje.

Quantos problemas seriam evitados, quantos adolescentes seriam saudáveis e quantos adultos sábios e maduros teríamos nas igrejas, se tão somente investíssemos no ministério infantil! É mais fácil ensinar a criança no caminho que ela deve andar do que tratar dos desvios de caráter, feridas na alma, traumas, rebeldias, dos adultos. Fico imaginando quantas coisas lindas o Senhor tem guardado em seus tesouros!

Se temos a mente de Cristo, podemos fazer melhor do que tudo que o mundo oferece.As dificuldades que as pessoas sentem em trabalhar com as crianças vêm da falta de preparo, orientações, materiais. Como qualquer outro ministério é preciso se preparar. O amor é fundamental, mas os cursos e treinamentos darão suporte e quanto mais ministros, menos trabalho, então ficará fácil e prazeroso. Vale a pena gastar um pouco mais em salas amplas, bonitas e coloridas, com brinquedos, lápis de cor, joguinhos, músicas e brincadeiras. Criança é criança em qualquer tempo e lugar, não dá para mudar a realidade de que elas vivem fantasiando, imaginando, pensando. Tudo isso é muito saudável e importante. Não precisamos de robozinhos, mas de crianças livres para pensar, aprender, criar.

Quem alcançará as crianças?As crianças são escolhidas por Deus ainda no ventre materno. João Batista, Moisés, Samuel, Sansão e o próprio Jesus, dentre outras, são histórias que nos mostram os propósitos de Deus na vida das crianças e o cargo que ocuparão no futuro.Deus nos delegou a responsabilidade de evangelizar as crianças, muitas estão morrendo sem salvação.- “Ide ... (Mc 16.15 - “Deixai... (Mc 10.14) - “Apascenta os meus cordeiros... (Jô 21.15) - “Não é da vontade de Deus que uma criança se perca ... (Mt 18.14) - “Ensinar as doutrinas fundamentais as crianças ... (Ex 12. 26-27) - “Desde o menor deve ouvir os mandamentos ... (II Reis 23.2 – II Cr 20.13 – Dt 6.7-31 – Ef 6.4)

Os ensinamentos devem começar em casa com os pais, assim como na igreja..Leia Esdras 10.1: “Enquanto Esdras estava orando e confessando, chorando prostrado diante do templo de Deus, uma grande multidão de israelitas, homens, mulheres e crianças, reuniram-se em volta dele.” Aqui é possível ver que as crianças também participaram de uma sessão de arrependimento, junto a adultos.Para evitar que as crianças se tornem adultos rebeldes e maus, elas precisam aprender desde cedo a conhecer o poder de Deus e também as suas obras: “Povo meu, escute o meu ensino; incline os ouvidos para o que eu tenho a dizer. Em parábolas abrirei a minha boca, proferirei enigmas do passado; O que ouvimos e aprendemos, o que nossos pais nos contaram. Não os esconderemos dos nossos filhos, contaremos à próxima geração os louváveis feitos do SENHOR, o seu poder e as maravilhas que fez. Ele decretou estatutos para Jacó, e em Israel estabeleceu a lei, e ordenou aos nossos antepassados que a ensinassem aos seus filhos,de modo que a geração seguinte a conhecesse, e também os filhos que ainda nasceriam, e eles, por sua vez, contassem aos seus próprios filhos.Então eles porão a confiança em Deus; não esquecerão os seus feitos e obedecerão aos seus mandamentos.Eles não serão como os seus antepassados, obstinados e rebeldes, povo de coração desleal para com Deus, gente de espírito infiel.” (Sl 78.1-8) (NOBEC)

Envolvendo Crianças com Missões.

"Mas recebereis poder , ao descer sobre vós o Espírito Santo,e sereis minhas testemunhas tanto em Jerusalém como toda Judeia e Samaria e até os confins da terra." (Atos 1:8)

A obra missionária é tão importante que a garantia da presença de Jesus conosco, todos os dias, até que à consumação do século foi dada juntamente como ordem da evangelização de todos os gentios.
Lembramos que a ordem de Deus para seus filhos, é que façamos Missões em todos os lugares .

Hoje como suas testemunhas, temos a responsabilidade de obedecer a palavra de Deus e anunciar o evangelho a todas as nações.
Deus quer usar as crianças e os juniores; para isso temos que envolvê-los em Missões.

Devemos aproveitar a vivacidade das crianças e a energia dos juniores; pois nessa fase da vida eles têm toda disposição, curiosidade, espírito de competição e investigação; interesse e disponibilidade p/ servir.

Veja nas crianças e nos juniores um misssionário em potencial, procure encaminhá-los para uma vida de consagração, intercessão e contribuição.

Sendo Missões a obra missionária da igreja, vamos como tal incentivar, treinar, e ensinar nossas crianças e juniores para realizar o trabalho missionário, como suas testemunhas na visão do IR, do ORAR e do DAR.
Com a liderança preparada , treine, treine e treine , nos grupos missionários o projeto missionário do ir, do dar e do orar.

Reflexão para os Pais.


Reflexão para evangelistas, lideres e professores..


Eduque para um mundo melhor.



É ambiciono pregar ao mais humilde (As crianças).


É ambiciono pregar ao mais humilde, ao mais simples e desprezado. Nada é mais importante do que ganhar o coração dos despretensiosos, como também ganhar o coração das crianças. As pessoas, às vezes, falam à respeito de alguém: "Ele só serve para ensinar crianças: pregador ele não é." Pois eu lhes digo, à vista de Deus, não é pregador quem não se importa com as crianças. Deveria haver pelo menos uma parte de cada sermão e culto que agradasse aos pequenos. É um erro aquilo que permite que esqueçamos disso. C. H. Spurgeon - Pescadores de Crianças.

Incentive seu Filho a participar da Escola Biblica Dominical.




Incentive seu Filho a participar da Escola Biblica Dominical, lugar aonde se aprende a ter conhecimento e sabedoria na palavra Deus, não é lugar de diversão nem de brincadeiras e nem passa tempo, é lugar de crescer no conhecimento da palavra de Jesus.

29 de outubro de 2013

Discordar pode. Desautorizar não pode.



Cada família tem sua criação e seus valores. Quando um casal resolve ter uma vida em comum as diferenças aparecem. Quando resolvem ter um filho, então, os valores a serem passados para essa criança parecem mais diferentes ainda.

Esse é o ponto onde queremos chegar: os pais podem, sim, discordarem em alguns assuntos. O problema começa quando um deles desautoriza o outro na frente do filho.

A discordância entre os pais é saudável para a criança se esta vê que os pais conseguem conversar e chegar a um consenso. O filho percebe que com uma boa conversa, cada um cedendo um pouquinho, ouvindo os argumentos da outra pessoa, se chega a um ponto em comum e tudo se resolve.

O que deixa a criança perdida e sem limites claros é o casal onde a discordância se transforma em desautorização.

É o caso onde a mamãe não deixa o filho passear no parquinho porque tem que fazer a lição de casa. Mas aí chega o papai do trabalho e autoriza a criança ir ao parquinho sem consultar a mamãe ou por achar que mesmo sem ter feito a lição a criança pode brincar. Isso cria um nó na cabeça da criança na questão do "até onde vai o meu limite".

A criança, principalmente dos três aos cinco anos, vai testar os pais até conseguir o que quer. Ela se aproveita dessas situações para alcançar seu desejo.

Se descobrir que com o papai é mais fácil, espera a mamãe sair de perto e pede o que quer para o papai. Se a mamãe é mais "coração mole", o pedido vai esperar o papai sair. Agora, se é chorando ou fazendo um pouco mais de birra ela consegue o que quer, pois é assim que a criança vai agir.

O que fazer? - O ideal é que os limites básicos a serem passados para a criança devam ser discutidos antes entre o casal e depois serem transmitidos para o filho, como doces antes das refeições, hora da lição de casa, passeios, programas de televisão que os pequenos poderão assistir, entre outros.

Se houver uma situação inusitada onde ainda não há um consenso, o melhor é conversar antes de dar uma resposta à criança.

Se o papai não concordou com a atitude da mamãe, que deixou a criança jogar vídeo game mesmo a criança estando de castigo, ele não deve repreendê-la na frente da criança e, sim, chamá-la para uma conversa longe do filho para chegarem a um acordo e isso não mais acontecer.

Se há discussão na frente da criança, esta percebe que os pais não cedem no seu ponto de vista e vai agir automaticamente assim na sua vida, não abrindo mão dos seus desejos, olhando somente para si.

Não podemos "unificar" pensamentos. Isso é uma utopia e completamente abominável. Mas uma boa conversa pode reparar eventuais desequilíbrios entre os pais, mostrando aos filhos que as pessoas têm pensamentos diferentes, sem desrespeito e ouvindo outras argumentações.

Dicas

O não deve ser não sempre. Se a mamãe ou papai não deixa dormir até mais tarde, nem com birra ou choro a concessão deve ser feita.

Ninguém é perfeito, os pais erram também. Se vir que errou, não hesite em mostrar ao seu filho o erro e peça desculpas.

O exemplo é melhor do que as palavras. Mostrar aos filhos que uma boa conversa resolve tudo é melhor do que somente dizer

Filhos que manipulam os pais.



Que chato dizer “não” para o meu filho. Certamente você já deve ter seguido essa linha de raciocínio pelo menos uma vez na vida. Mas saiba que esse “não”, futuramente, pode ser uma tacada certeira para o decorrer da relação pai e filho.

O problema mora justamente aí. Muitos pais acham que dizer sim ou aceitar tudo que as crianças pedem irá compensar a ausência enquanto trabalham fora. Ou simplesmente porque dizer sim é mais fácil, estão cansados para escutar as reclamações e choradeiras dos pequenos.

Aceitar tudo o que o querido de casa determina é a porta de entrada para uma má educação por parte dos pais. Quem alerta é a pedagoga Varuna Viotti.

“Na preocupação de não frustrar as crianças, de satisfazerem todos os seus desejos, os pais vão perdendo o domínio da disciplina familiar, que é o respeito básico para que a criança e mais tarde o adolescente e o jovem aceitem regras e normas na escola e na vida”, diz a profissional.

O reflexo disso é visto não tão somente dentro de casa, mas o falso autoritarismo da criança é transportado para o mundo externo, ou seja, à escola e também nas relações com outras crianças. É cada vez maior o número de queixas de professores em relação à indisciplina e à falta de limites de crianças, fruto de uma educação refém das normas e determinações do filho.

O novo dono da casa - Com apenas três anos de idade já é possível detectar traços de dominação no ambiente familiar. Na base do condicionamento, ela vai se acostumando a executar determinadas ações que nem sempre são aconselháveis para uma boa formação educacional.

E isso é ruim para a criança, pois, sem saber, terá enorme dificuldade de convivência com os demais. Inicialmente, pelos pais permitirem tudo, a criança tende a não se sentir amada. Excesso de tolerância pode significar indiferença e falta de amor.

Conseqüentemente, esse ambiente centralizador gera insegurança e até mesmo agressividade no comportamento infantil. Já em um ambiente estranho, a criança terá grandes dificuldades para agir, pois não será a “dona do pedaço”, fazendo com que a insegurança e a agressividade se transformem em autodefesa.

“Disciplinar os filhos faz parte do processo de amor dos pais e mesmo que a princípio eles reajam e não aceitem prontamente a disciplina, certamente no futuro irão reconhecer que foi esta disciplina que sedimentou tudo o que conseguem na vida”, informa Varuna Viotti.

Mostrar para a criança o que pode e o que não pode, fazendo com que reconheça sim e o não. Ficar bravo quando a criança faz algo errado e mostrar que ficou feliz quando acerta na sua atitude.
Não há como cuidar dos filhos “sob uma redoma” onde tudo é permitido. A sociedade vai cobrar limites e nem tudo que a criança quiser vai conseguir, assim sendo por toda a vida. Estabelecer limites e disciplina requer paciência e firmeza.

Os pais precisam entender que poupar o filho de situações difíceis, super protegendo-o, abrindo mão dos limites, é o primeiro passo para problemas mais sérios na adolescência.

Criança que cresce achando que tudo pode e que só terá coisas boas na vida terá mais propensão a ser seduzido por outros fatores que funcionam como “iscas” para fugir da realidade que encontrará, entre os quais a bebida e as drogas.

Portanto, pense duas mil vezes antes de dizer um “sim” ou “não”. Em breve, seu filho agradecerá por isso.

Comportamentos agressivos na criança muito nova


Em meio a tanta violência no mundo, uma das grandes preocupações paternas se dá quando a criança começa a manifestar comportamentos agressivos.

Todos nós, adultos e crianças, sentimos raiva em alguma situação, que é um sentimento honesto e normal.

Acontece que a criança muito nova, entre dois e cinco anos, ainda não sabe lidar com emoções mais fortes e significativas, está assimilando o que sejam regras sociais e limites e expressa o que a incomoda de modo nem sempre aceitável pela sociedade.

Da mesma forma que se elogia a criança no momento em que suas atitudes são positivas, é primordial que a repreenda ou mesmo castigue quando são negativas, para que possa aprender e diferenciar o comportamento positivo do negativo.

É claro que ela não aceitará a imposição dos limites sem resistência e até repetindo o comportamento não aceitável para testar a veracidade da proibição e a paciência e persistência dos adultos responsáveis.

Para isso, ela presta muita e total atenção no comportamento das pessoas que lhe são mais próximas e percebe se há consistência e coerência nos limites impostos, ou seja, se vale tanto para a mãe quanto para o pai, se é possível cumprir o determinado por eles e se é justo o que lhe pedem.

Nunca, em nenhum momento, independente da idade da criança, subestime sua capacidade de inteligência e compreensão. Ela sempre estará atenta a toda atitude e comportamento dos pais para sentir confiança e segurança em seguir seus ensinamentos.

Assim, é fundamental que os responsáveis por ela conversem entre si para que possam garantir e definir os rumos de uma educação saudável, dos limites a ensinar, para que nunca aconteça de um deles exigir e o outro abrir mão. A criança ficará confusa, desequilibrada emocionalmente, pois não saberá como agir e o que se espera dela.

O que fazer, então, quando perceber que a criança está com raiva. Em primeiro lugar, nomeie o sentimento que a incomoda para que aprenda, dizendo-lhe abertamente que sabe que está com raiva e que pode ajudá-la a se sentir melhor. Use palavras claras e de fácil entendimento, sem grande argumentação, pois depois de um tempo, a criança se entendia e desliga. Reafirme sempre o amor que sente por ela, pois seu maior medo é perder o amor dos pais e das pessoas de quem depende e ama.

Leve-a para um ambiente seguro, que não lhe ofereça perigo de forma alguma. De preferência o seu próprio quarto, se tiver. Pegue uma almofada e peça que a use da maneira que sentir vontade, esclarecendo que o objeto pode ser a pessoa ou a situação que a está incomodando. Pode, inclusive, socar a cama.

Outra forma de expressar a raiva é pegar uma latinha vazia e dizer para chutá-la até se cansar ou mesmo desenhar a raiva ou ainda escrever sobre ela numa folha de papel.

Estes exercícios de expressão emocional, faz com que a criança assimile que pode e deve colocar para fora a raiva, uma vez que não é saudável guardá-la dentro de si, mas expressá-la em situações controladas e dirigidas.

Resumindo, a agressividade na criança muito nova é uma forma de expressar que algo não está bem com ela e as pessoas ao seu redor devem ficar atentas para o que está ocorrendo de diferente e que não está sendo aceito.

Com a maturidade, estes comportamentos vão se rareando e tendem a desaparecer. Mas leva tempo, muito tempo, paciência e perseverança dos adultos responsáveis pela criança.

Ana Maria Morateli da Silva Rico
Psicóloga Clínica

28 de outubro de 2013

Como Ensinar Bons Modos Para As Crianças

Quem é que não admira a criança com bons modos? Para que a sua criança seja bem educada, é necessário primeiramente a criança pedir por favor e agradecer dizendo obrigada sempre. Mas as crianças quando muito pequenas, adoram ficar agradecendo toda hora,...


Como estrelas na Terra, toda criança é especial - Um filme sobre as crianças de hoje!


25 de outubro de 2013

lição de vida -O Farol Simplesmente Fascinante

Não tem muito o que se dizer desse vídeo. O retrato do ciclo da vida foi animado de tal forma que é difícil não se emocionar.
Não foi preciso utilizar muito tempo, nenhuma palavra ou algo escrito, totalmente interpretativo pelas imagens, vemos a história de um filho e seu pai, e como o tempo e a distância atuam em nossas vidas, o relacionamento se perde, um ciclo se encerra e um novo inicia.
Fantástico! Assista e se emocione também.

18 de outubro de 2013

Não reclame da vida! Viva e motive-se a vivé-la.





"Em tudo dai graças, porque é a 
vontade de Deus em Cristo Jesus
para convosco."
1 Tessalonicenses 5: 18

Tudo posso
Naquele que me fortalece.
Filipenses 4:13 

17 de outubro de 2013

FASE DOS PORQUÊS – COMO LIDAR?

Por volta dos 2 a 3 anos, as crianças começam a falar e perceber que não existe somente os pais em seu convívio. É geralmente nessa fase que se inicia a fase dos “porquês”, responsável por muitas saias justas.
Por que eu nasci? Por que tenho que tomar remédio? Por que preciso comer tudo?

Apesar de complicada, essa é uma fase em que os pais estabelecem uma relação de confiança com as crianças e,por isso, é fundamental que todas as dúvidas sejam esclarecidas.

Por mais óbvia ou complicada que pareça a questão, responsa clara e objetivamente. Importante lembrar-se de responder somente o que for perguntado, respeitando o limite de aprendizado de cada criança.

Tenha tranquilidade e paciência para responder quantas vezes se fizerem necessária, evitando dar respostas diferentes a cada vez que for perguntada para não confundir a cabeça da criança, a menos que você perceba que o pequeno realmente não entendeu e que deve explicar de outra forma.

Se seu filho te procurou para responder aos questionamentos é sinal que ele confia em você e é você quem ele procurará nos momentos de frustrações e dúvidas.

SEM LIMITES, CRIANÇA SOFRE MAIS

As crianças e os jovens de hoje são transgressores, falam alto, não respeitam ninguém. Essa queixa é de um professor? De um delegado? Não, é do filósofo grego Sócrates (469-339 a.C), conta a psiquiatra gaúcha Nina Rosa Furtado. “Sempre se reclamou disso. O que acontece é que hoje a transgressão se tornou mais pública. Em vez de bater boca com o vizinho, isso agora é colocado em ambientes como a escola”, argumenta a pesquisadora da PUC-RS.

Impor limites desde o começo da vida, frisa Nina, é fundamental para que os pequenos saibam conviver melhor com os outros e não acabem ficando “briguentos” ou passando por grandes frustrações. Sim, porque uma pessoa sem referências não incomoda só aos outros, mas pode até entrar em depressão, segundo especialistas. “A criança que não aprende a ter limite tem uma deformação da percepção do mundo. Quem cresce achando que pode tudo sofre muito mais que os outros. Acaba desenvolvendo uma dificuldade maior de aceitar as diferenças”, complementa a psicóloga infantil Maria de Lourdes Pereira Pinto.

Além disso, Maria lembra que as crianças sem limites são mais propensas a ter problemas na escola. “Elas têm dificuldade de se concentrar em algo que vejam como monótono. Não é fácil para elas suportar qualquer tipo de frustração, o que gera desinteresse”, pontua a especialista, que foi dona de uma escola de educação infantil em Mogi Mirim (SP) por 18 anos.

Os educadores concordam que o melhor jeito de impor limites é participar das atividades dos filhos, orientando-os. E quem trabalha muito? “Tem de investir na qualidade do tempo que passa com o filho. Não adianta chegar cansado e só dar bronca porque o filho não fez o exercício. É preciso ter paciência para explicar o certo e o errado. Só dar ordens não impõe limites, mas pode criar uma pessoa revoltada ou que aceita tudo sem pensar”, conclui Maria.

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AS CRIANÇAS APRENDEM PELO EXEMPLO

As crianças aprendem pelo exemplo e os pais são seus maiores influenciadores. Quando presenciam cenas uma briga ou discussão em que os pais estão envolvidos, os filhos captam a mensagem e passarão a propagá-la quanto depararem com uma situação semelhante. Se apesar da provocação da outra pessoa você se mantiver calmo, seus filhos aprenderão que o comportamento da outra pessoa pertence a ela e que você tem autodomínio. Os pais são as maiores referencias para as crianças, seja de modo positivo ou negativo, isso dependerá exclusivamente do comportamento dos pais.

O QUE HÁ POR TRÁS DAS FRASES QUE VOCÊ REPETE AOS SEUS FILHOS

Em relação à educação dos filhos, você pode até se manter superatualizado sobre os métodos mais modernos, mas, muitas vezes, o que acaba vindo à cabeça no auge daquela birra são as mesmas frases que a sua mãe usava quando você era pequeno. Ou vai dizer que nunca evocou o bicho-papão para convencer uma criança a fazer alguma coisa?

Pois é, apesar de serem parecidas, muitas máximas reproduzidas ao longo das gerações não são tão inocentes assim. "Se analisarmos bem, o princípio delas são chantagens, ameaças e manipulações. Isso não só faz com que a criança copie esse comportamento como também aprenda a reagir a ele", conclui Solange Ramounoulou, psicóloga, psicopedagoga e psicoterapeuta de família.

Para debater melhor esse assunto, o Portal Vital perguntou a internautas de diferentes idades e profissões quais eram as frases que eles mais escutavam na infância e , convidamos especialistas para analisarem alguns desses ditos e como eles influenciam na formação da garotada.

 “Olha que o monstro vem te pegar!”

Para a psicóloga Marina Tschiptschin Francisco, a invenção de monstros (ou de figuras como o famoso “homem do saco”) acaba revelando as inseguranças dos adultos em lidar com a realidade. “Os pais se sentem impotentes em relação às ameaças do mundo e, por isso, buscam a ajuda de seres imaginários”, diz a especialista.

O melhor seria: Em vez de assustar o seu filho, dê uma explicação realista sobre porque ele deve obedecer você. Segundo a profissional, “Um indivíduo com conceitos formados é mais estável emocionalmente”.

“Papai do céu não gosta de criança que faz birra!”

Essa máxima pode criar uma noção de que a divindade é algo ameaçador, que vigia as pessoas incansavelmente para puni-las e castigá-las. "Você está destruindo uma imagem que poderia ser positiva", acredita Marina.

O melhor seria: Ser honesto e dizer ao pequeno que as birras dele entristecem e envergonham você.

“Se você não deixar sobrar nada do almoço, ganha sobremesa depois!”

Os especialistas apontam dois erros nessa frase: a primeira observação é de que talvez a quantidade de comida imposta seja maior do que a necessária. "Exigir que a criançada coma mais do que está com vontade pode até estimular a obesidade infantil", alerta Marina.O outro problema é o fato de que esse dito não deixa de ser uma chantagem. “Os pequenos refletem as ações dos pais e, com isso, entre os 2 e 3 anos já terão aprendido a manipular os outros para satisfazer as suas necessidades”, afirma a psicopedagoga Solange Ramounoulou.

O melhor seria: Deixe a criança comer e, quando ela quiser parar, peça que explique o porquê. É importante também respeitar quando ela não gostar de algo que experimentou.

“Coma tudo para ficar forte como o Homem-Aranha!”

"A associação com heróis que as crianças admiram auxilia na aceitação dos alimentos", revela o pediatra Moises Chencinski. Entretanto, melhor do que recorrer ao Batman, Superman ou ao Ben 10, é educar o seu filho e orientá-lo a se nutrir corretamente – um processo que começa no aleitamento materno.

O melhor seria: Sentar para comer com os pequenos e deixar que eles curtam a experiência de fazer uma refeição.

“Se você engolir o chiclete, ele grudará no seu estômago!”

Falso. A goma de mascar não é digerida, pois é eliminada nas fezes. No entanto, para o pediatra, o ideal é que crianças evitem o doce açucarado para não estragarem os dentes. “Além disso, há o risco de os menores de 3 anos se asfixiarem caso o chiclete vá para a traqueia”, complementa.

O melhor seria: Explicar para a garotada os malefícios reais da guloseima. 

“Se não escovar os dentes, a barata virá comer o resto de comida da sua boca!”

"Isso é uma mentira deslavada”, argumenta Solange Ramounoulou. “Quando descobrem a verdade, os jovens passam a desconfiar não só dos pais mas também de qualquer figura de autoridade”, completa a especialista.

O melhor seria: Diga ao seu filho que ele ficará com uma boca feia e doente se não escovar os dentes. Caso ele ainda resista, leve-o ao banheiro e induza-o, de forma firme e não agressiva, a fazer o que você pediu.

 “Se continuar demorando no banho, vai virar um peixe!”

Quando absorve muita água, as células da epiderme incham. “Mas como essa umidade toda não cabe na pele, esta enruga para aumentar a sua superfície”, explica Moises Chencinski. Entretanto, o corpo seca, e tudo volta normal.

O melhor seria: Estipule regras sem mentir para não pagar mico. “Essa geração já tem acesso à internet e rapidamente irá desmascarar a enrolação”, diz o médico.

“Você ainda não tem idade para assistir a este tipo de filme na TV!”

Para Marina, o erro dessa frase está em não justificar a proibição. “Sem uma explicação plausível, a criança se sente estimulada a desobedecer”, defende.

O melhor seria: Estipular horários para as atividades dos filhos. Dessa maneira, ficará mais fácil monitorar o que ele vê na televisão ou na internet.

“Aposto que os seus amiguinhos estão fazendo a lição de casa!”

Comparar o seu filho aos colegas pode até incentivá-lo a tomar alguma atitude, mas também cria nele uma ideia de que a sociedade é competitiva e que se deve fazer de tudo para ser melhor do que os outros.

O melhor seria: “Valorize sempre as diferenças, mostrando que cada um tem as suas próprias aptidões”, sugere a psicóloga.

“Se comeu agora, tem que esperar uma hora para entrar na piscina de novo!”

A afirmação é verdadeira para qualquer tipo de atividade física mais pesada. Isso porque, após a refeição, todo o fluxo do sangue está “ocupado” com a digestão. Então, se qualquer pessoa resolver se exercitar com intensidade, o organismo se “dividirá” entre estômago e músculos, sem conseguir fazer bem nenhuma das duas coisas.

Viu como é fácil dalar com as crianças? Então, de agora em diante, nada de ameças! Só diálogo claro e verdadeiro.    ;-)

Não reclame da vida. Viva e motive-se a vivé-la.

Hoje as 18:30 estava indo em sentido ao centro, estava bem pensativo,pensando nos problemas que vida nos traz,descendo Avenida Rui Barbosa e ao chegar na Av. Fernando Corrêa da Costa, avistei um cadeirante com nome de Elizeu, veio até a janela do carro, abaixei o vidro, pensa um cara com alta estima lá encima,sorridente de bem com vida,veio me ofereceu goma de mascar e Halls preço apenas 1 real, e eu realmente tava querendo comprar um Halls, disse para ele quero um Halls,abri a carteira para pagar, mas logo vi que eu não tinha um real,sem graça logo falei, meu amigo to precisando comprar o Halls mas não tenho 1 real você me desculpe vamos deixar para próxima, e ele todo sorridente e alegre me disse,amigo levo esse Halls ,estou todos os dia aqui, hora que tiver o dinheiro você passa aqui e me paga, eu fiquei surpreso com atitude dele,peguei o halls e fui embora, na volta passei no mesmo lugar,lá estava o ELIZEU trabalhando, cheguei até a ele e disse vim ti pagar,ele com seu jeitão todo alegre me disse obrigado, logo em seguida disse: ELIZEU posso tirar uma foto sua e postar no face,ele disse pode, mas fale bem dos meus doces. Há pessoas que transformam o sol em uma simples mancha amarela, mas há aquelas que fazem de uma simples mancha amarela o próprio sol. Valew ELIZEU 

15 de outubro de 2013

Feliz dia do Professor!



Menino Sonha com o céu antes de morrer!!

Com apenas 4 anos de idade o garoto americano Silas Edenfield, de Lyons (Estados Unidos), enfrentava um câncer no fígado. Apesar da situação, o pequeno afirmava que moraria no céu ao lado de Deus.
Após a morte do menino, que aconteceu no dia 25 de maio, os pais voltaram dizendo: "Silas está em casa com o Senhor, sem mais sofrimento, sem mais dor. Ele está curado completamente".

11 de outubro de 2013

6 de outubro de 2013

Toda criança tem razão em dizer:


DIREITOS DA CRIANÇA CRISTÃ.


1. Direito a não morrer pelos pecados cometidos. Jesus já pagou o preço exigido por Deus (Rm 5.8).

2. Direito de conhecer o Caminho, a Verdade e a Vida (Jo 14.6).

3. Direito a ser filho de Deus através de Jesus Cristo (Jo 1.12).

4. Direito à vida abundante em Cristo (Jo 10.10).

5. Direito a ter uma armadura completa para defender-se do mal (Ef 6.11).

6. Direito de orar e receber resposta (Mt 7.8).

7. Direito de ressuscitar no último dia (1 Ts 4.14).

8. Direito a um novo nome na Glória (Ap 2.17b).

9. Direito a pertencer ao corpo de Cristo e atuar como parte importante nele (1Co 12.22).

10. Direito de receber proteção e cuidado especial para obter um crescimento saudável no conhecimento de Deus.